segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Resposta ao Sandro

Olá meu querido primo!
Desta vez, creio que vou ter que discordar de você.
Realmente eu acho que o povo é uma grande massa de manobra dos que estão no poder. Somos jogados pra lá e pra cá que nem ping-pong
ao bel prazer dos mais oportunistas. Não confio mais em nada, eleição, televisão, rádio, universidades, professores, amizades, enfim, nada. Sei que as pessoas te dão sim a mão hoje mas amanhã podem lhe puxar o tapete.
Me preocupa que mesmo não acreditando em ninguém, e não sabendo em quem votar em uma eleição que deveria ser ou é muito importante para o futuro da nossa cidade, mesmo anulando ou votando em branco, minha atitude ainda faz parte de um grande jogo e com certeza serve de exemplo na manipulação das decisões dos cidadãos. Para onde ir e o que fazer? Meu medo é de que quando tiver esta resposta, alguém esfregando as mãos do outro lado diga: “Mais um pra conta”.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

MPB, Rock, Samba, Jazz, que som te satisfaz?

Recentemente assisti a um show do Milton Nascimento em DVD, inegável, indiscutível, a qualidade deste artista, parece unanimidade. A trajetória da música mineira do Milton num espetáculo que junta música, teatro e dança. Este espetáculo conta com a participação de cinco músicos, dez atores e quarenta crianças do projeto “Ser criança” da cidade de Araçuai no Vale de Jequitinhonha. Sem querer aqui ficar falando do óbvio, recomendo a quem puder que assista.
Estou levantando este assunto porque isso prova, para mim, para o Professor Marcos Horácio, e creio que para a todos os que estavam na sala, que o “Brasil tem jeito“, para o próprio Milton, quando fala “Uma Notícia está chegando lá do interior.... que vai fazer deste lugar um bom País...” a beleza das crianças pobres, dançando, sapateando, cantando, representando, tocando, enfim, brilhando nos palcos de Minas, Bahia, São Paulo e Brasília, da França, do mundo. Diferente da imagem que apresentamos ao mundo, das nossas crianças abandonadas nas ruas de São Paulo e no tráfego de drogas nos morros do Rio de Janeiro. Quem assistiu o BOPE (quem não assistiu?), sabe do que estou falando. Aquela “música” que está nos celulares e na boca de muita gente, “Parapapapapapapapapa Paparapaparapaparaclackbum Paraparapapapapapapapa”, o refrão é a imitação de um som de metralhadora a letra tem erros grotescos de português e só fala de violência, nos funks do morro, ou é violência ou sexo.
Percebe o contraste? O problema desse tipo de música no Rio, é que existe a identificação, os moradores do morro vivem no seu dia a dia o que as letras estão dizendo. Lembra do grande Adoniram Barbosa? Suas letras eram identificadas pelos moradores mais populares de São Paulo. O morro exporta suas “drogas” para a classe média, ou pega pela cocaína, êxtase, ou pelo funk e a classe média consome todas essas drogas. E quanto aos jovens do morro, é isso que eles tem pra chamar a atenção do mundo, por favor, não caiam nessa, você não andam por aí de AR15, M16, 762 ou uma 12 na mão, não é a sua realidade, claro que gostei do filme e achei importante a abordagem do assunto, mas não é disso que se trata aqui, a miséria é horrível, mas será que não tem jeito?

terça-feira, 13 de novembro de 2007

ASSALTO

Sem muito o que falar, somente que minhas apresentações estão temporáriamente suspensas pois fui assaltado e estou sem instrumentos.

Span religioso

Sabe aqueles spans que insistem em perguntar porque ficamos acordados duas horas vendo um filme na tv mas dorminos na igreja? Porque é tão fácil falar de sexo, mas difícil falar de Deus? etc... Resolvi responder a uma delas.
Resposta:
Porque as igrejas, cada vez mais diversas, através de seus líderes, estão caindo no descrédito da humanidade. Deus é uma crença íntima e pessoal, de acordo com a nescessidade de cada um, e sexo é um desejo comum, uma necessidade fisiológica do ser humano, e que traz acima de tudo, prazer.
Claro que temos muito prazer em ler coisas que tem a ver com nossa realidade, ou fantasia. Política, atualidades, literatura etc. A dificuldade em ler revistas religiosas, é pelo mesmo motivo do primeiro parágrafo.
As mesnagens religiosas pela internet, são um saco, uma imposição da cultura religiosa, lixo eletrônico, span, já que é jogado aos milhares na rede como uma pesca predatória.
As Igrejas não estão ficando menores, como as mensagens insistem em afirmar, basta observar quantas igrejas são abertas pela cidade, compare com os bares, quantas igrejas novas você viu nos ultimos seis meses, e quantos bares novos você viu? Parece mesmo que é um negócio muito mais lucrativo do que os bares.
E por fim, desta vez, não ignorei a mensagem, resolvi responder, no lugar de enviar ara os meus amigos.
Abraços

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

REVERSÃO
Se você ainda não conhece a Casa de Cultura da Reversão Paulistana, a "Reversão" ou "Bar do Léo", como é conheceida pelos frequentadores, é uma casa muito louca, vale a pena ir até a Zona Leste e conheçer este espaço diferente, com um toque de originalidade e o frescor de artistas alternativos. Você pode conferir as fotos no meu orkut ou no meu album, no seguinte endereço:
http://picasaweb.google.com/pasmasoft
Estou lá aos domingos , com um repertório leve e totalmente a luz de velas, e se tiver frio, ainda temos a lareira. Passeio ideal para encerrar a sua semana e preparar-se para a segunda-feira
CASA DE CULTURA DA REVERSÃO PAULISTANA
DOMINGOS, a partir das 19:00
Avenida hermilo Alves, 569 - Vila Ré - São Paulo-SP.