quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Agora você pode conferir o som da dupla Paulo Matheus e Sandro Rodrigues, em sábados alternados a partir das 22:00hs.
"BAR' HUMBA - a confraria do som" na Vila Matilde, (Praça da Toco), rua Dr. José Paulo, 117.
O Bar é um espaço pequeno, porém agradável e muito simples, bom para bater um papo na mesa com os amigos, tomar aquela breja e curtir uma MPB de bom nível com voz, violão e a gaita impecável do Sandro Rodrigues.
"UM BAR PARA PESSOAS QUE ESTÃO AFIM DE OUVIR BOA MUSICA E ESTAR EM UM AMBIENTE AGRADAVEL E ACONCHEGANTE..."

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Pois é, pra quem pensou que nas férias este blog iria ficar cheio de novidades, pelo jeito quebrou a cara. Desta vez não foi greve!
Por incrível que pareça nas férias da faculdade, acabei trabalhando sempre até mais tarde, e olha que não dá pra depois de uma longa jornada de trabalho, daquelas “cabulosas”, tudo pra ontem, três, quatro coisas pra fazer ao mesmo tempo, cobranças, etc. - coisas que a maioria de nós conhece muito bem - aliado as particularidades da cultura do meu local de trabalho, ainda produzir alguma coisa que seja interessante de publicar.
Para quem, acostumado com meu jeito, se surpreendeu com alguma coisa que publiquei aqui, o que é natural, pois já em publicação anterior, citei a minha falta de hábito de escrita. Fique você sabendo, que as inspirações vieram de um endereço certo, “UNIFAI”.
Olha a diferença: Embora mais cansado, com fome, e chegando ainda mais tarde, vindo através do mesmo metrô lotado e pra piorar, com baldeação na Sé, com a cabeça fervendo das aulas do Marcos Horácio e dos debates promovidos pelo professor Marcos Alexandre, ainda consigo sentir uma vontade danada de escrever algo pra publicar no blog. Ainda bem que as férias acabaram!

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Os últimos acontecimentos do mês de junho/2007 acenderam a fogueira do meu coração. Semana pós-prova na faculdade, friozinho, quentão, pipoca, etc....
No dia 27, participei de um seminário, a convite de minha amiga Samantha, sobre a Arte Africana, assunto muito interessante, e apresentado com primazia pela Samanta, Danielle e Marina. Meus parabéns, estavam ótimas e uma apresentação de excelente qualidade, ainda vou fazer algo parecido....
No dia 30, participei do lançamento do livro livro "OS HOMENS QUE MATARAM O FACÍNORA" do jornalista Moacir Assunção, encerrando o mês da literatura na CASA DE CULTURA DA REVERSÃO PAULISTANA. Tive a oportunidade novamente de apresentar o meu repertório junto com Sandro Rodrigues na Gaita. Moacir Assunção é professor na Universidade São Judas e jornalista do jornal O Estado de São Paulo.
Para publicar este livro Moacir Assunção enveredou na pesquisa dos elementos que cercavam o mito Lampião e que de uma forma ou de outra participaram de sua história. Fez entrevistas e andou pelo sertão nordestino para registrar em seu livro novas informações e versões a respeito do que de fato aconteceu com o Capitão Virgulino Ferreira, O Lampião. Brevemente estarei publicando as fotos deste evento, claro novamente minha amiga Samantha me prometeu as fotos, mas até agora...

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Eu Tomei Água do Rio Tietê!

Quem passa pela Marginal do Rio Tietê em São Paulo, vê aquela água poluída e cheirando mal.
Ao longo de vários anos, temos notícias de esforços, abaixo assinado, campanhas particulares, plataforma eleitoral, e até grandes obras realizadas com o objetivo de despoluir o rio.
É notável que o Rio Tietê melhorou muito e mudou um pouco a cara da cidade, mas ainda falta muito, será que será possível um dia tomar água do Rio Tietê? Sim, isto é possível, agora mesmo.
A poucos quilômetros do centro de São Paulo, no município de Salesópolis, fica o Parque Estadual das Nascentes do Rio Tietê, é incrível olhar aquela água brotando purinha, limpinha, com uma vazão de 2.752 lts por hora. Vale a pena conhecer e aproveitar para tomar um copo de água purinha da nascente. O Rio Tietê percorre então 1.136 Km, até sua foz, no rio Paraná.
O Município de Salesópolis tem outras atrações, como o Restaurante Senzala, construção do séc. XVII de “taipa de pilão” e “pau a pique”. Servia como pousada para os comerciantes que vinham da Capital e do Vale do Paraíba em sentido ao litoral, caminho conhecido como “rota do sal”, também era um local de comercialização de escravos. Existem vários outros pontos turísticos como a Barragem de Ponte Nova, Usina Parque de Salesópolis e a igreja Matriz de São José. Confira as fotos no meu Álbum de fotos:
http://picasaweb.google.com/pasmasoft

segunda-feira, 11 de junho de 2007

CACULÉ?

O assunto que me trousse até aqui hoje, é um assunto de interesse geral. Tratasse de uma conversa que tive com uma amiga da classe, a queridíssima Marlene. Ao sair da faculdade nosso também queridíssimo amigo Valter Lins - gente de pouquíssima sensibilidade - teceu comentários pejorativos com relação à cidade natural da Marlene, “Caculé”.
Claro que ela ficou muito irada, com a “descaração” de nosso amigo, porém, saiu perdoado. Foi então que indaguei sobre a origem do nome de sua cidade natal, e pra meu espanto, ela não tinha a menor noção de como isso se deu.
Fui com meus botões, pensando, se tratava de uma cidade da Bahia, que fica na divisa com Minas.
Conta a história que, uma família – Pai, Mãe e filho - vinda do interior de Minas no princípio do século, resolveram acampar próximo a uma lagoa, e ali, descansaram e fizeram suas refeições. Família simples, humilde, procurando uma melhor oportunidade de vida fora de sua terra, para bem criar seus filhos, ficaram por ali alguns dias. A mãe sempre preocupada com a boa educação de seu filho, não permitia que o mesmo avançasse à comida com as mãos, repreendendo-o, “Quá culé, filho, come quá culé”, coitado, não tinha coordenação ainda, mas a mãe, insistia em todas as refeições, “Quá culé, filho, come quá culé”.
Durante uma dessas refeições, uma onça atacou o acampamento, e sem piedade, devorou o pai e a mãe. O menino ficou alio no acampamento, sozinho por vários dias, até que passou por ali novos viajantes, que lhe deram de comer e estabeleceram morada naquele local. O garoto coitado, devido a fome que passou, lembrava-se da figura da mãe e, sem saber como se alimentar, chorava e repetia a frase “Caculé, Caculé...”, que acabou dando origem ao nome da cidade, que iniciou ali, a beira do lago.
Claro, ao chegar em casa, fui pesquisar e encontrei as seguintes informações:
Caculé foi fundada em 14 de agosto de 1919. De acordo com o IBGE, sua população era estimada em 21.922 habitantes no ano de 2005.
“Nas terras que hoje integram o Município de Caculé existiu primeiro a Fazenda Jacaré, de propriedade de Dona Rosa Prates: estendiam-se elas de
Jacaré, povoado do distrito de Ibiassucê, até os atuais limites do distrito de Caculé.Em 1860, Dona Rosa doou um terreno ao Santíssimo Coração de Jesus, para ser erigida uma capela sob essa invocação, no local onde atualmente se ergue a cidade.A tradição registra que um escravo da fazendeira Manoel Caculé - após a abolição da escravatura passou a morar à margem de uma lagoa existente no local.Os viajantes que tomavam aquela direção, ao se cruzarem pelo caminho, perguntavam, uns aos outros, de onde vinham e para onde iam, e a resposta era sempre a mesma: lagoa do Caculé. Este nome passou assim a designar o acidente geográfico, depois o povoado e mais tarde estendeu-se a todo o Município”
FONTE: http://pt.wikipedia.org